Cervicalgia

Cervicalgia
Foto Ilustrativa - Fonte Freepik
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Cervicalgia é o termo médico utilizado para descrever dor na região cervical da coluna, ou seja, no pescoço. Essa dor pode surgir de forma aguda, após movimentos bruscos, má postura ou esforço físico, ou ser crônica, relacionada a desgastes nas estruturas da coluna cervical, como músculos, vértebras, discos e articulações. É uma queixa bastante comum e que pode afetar a qualidade de vida e o desempenho nas atividades diárias.

Em alguns casos, a cervicalgia pode vir acompanhada de sintomas como rigidez, limitação dos movimentos, dor irradiada para os ombros ou braços, formigamentos e dor de cabeça. As causas variam desde tensões musculares simples até doenças mais complexas, como hérnias de disco, artrose cervical ou alterações inflamatórias, sendo fundamental uma avaliação cuidadosa para identificar o diagnóstico correto.

O tratamento da cervicalgia depende da causa subjacente, podendo incluir desde orientações posturais, fisioterapia e analgesia até o uso de medicamentos específicos e acompanhamento especializado. A atuação do reumatologista é importante, especialmente quando há suspeita de doenças reumatológicas envolvidas, garantindo uma abordagem completa e personalizada para aliviar os sintomas e prevenir recorrências.

Drª Fabiana Mendonça

Sou médica formada há 15 anos e, há mais de uma década, atuo em consultório atendendo pacientes com diversas doenças reumatológicas, como Artrite Reumatoide, Artrite Psoriásica, Espondilite Anquilosante, Osteoporose, Lúpus, Fibromialgia, entre outras condições que afetam o sistema musculoesquelético.

Adoto uma abordagem centrada na pessoa, valorizando a escuta ativa e o envolvimento do paciente nas decisões sobre o tratamento. Acredito que uma boa relação médico-paciente é fundamental para o sucesso do acompanhamento, especialmente em doenças crônicas.

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NÃO, elas podem afetar todas as idades. Dependendo da doença ela pode ser mais prevalente em determinada faixa etária, por exemplo: artrose é mais comum em pessoas acima de 50 anos; enquanto o Lúpus acomete mais jovens entre 20 e 30 anos.

NÃO. As doenças reumáticas acometem, principalmente, o sistema musculoesquelético (músculos, tendões, ligamentos, articulações, ossos), mas muitas podem afetar outros órgãos e sistemas como os pulmões, o coração, os olhos e a pele.

SIM. A Osteoartrite (popularmente conhecida como artrose) é um tipo de artrite que leva a destruição da cartilagem articular devido inflamação e processos degenerativos.

“Reumatismo” é um termo genérico usado para se referir a alguma doença reumática. Existem centenas de doenças reumatológicas diferentes.

Não necessariamente. “Reumatismo no sangue” é uma expressão usada para se referir a alguma alteração encontrada em exames laboratoriais. É preciso ter sintomas de uma doença reumática, além dessas alterações, para que se feche o diagnóstico de uma doença reumática.

NÃO necessariamente. O FAN é um exame laboratorial muito usado para nos auxiliar no diagnóstico de doenças reumatológicas, entre elas o Lúpus, mas ele pode estar presente em outras doenças reumatológicas, infecciosas, neoplasias ou mesmo em pessoas saudáveis. Portanto, para o diagnóstico de Lúpus é necessário ter sintomas sugestivos da doença, além do FAN.

NÃO. A atividade física é um dos pilares do tratamento das doenças reumáticas, sabe-se que ela auxilia na prevenção de deformidades articulares, além de melhorar a dor, a rigidez e a atividade da doença. Deve ser sempre estimulada e individualizada de acordo com a doença, preferências e condições do paciente.

As causas das doenças autoimunes são multifatoriais. Elas são o resultado da interação entre fatores genéticos e ambientais que levam a uma alteração da resposta imune pela quebra da tolerância imunológica, o que faz com que nosso sistema autoimune deixe de reconhecer algumas proteínas do organismo como próprias passando, assim, a atacar células e tecidos da própria pessoa.

SIM. Pessoas com doenças autoimunes têm um maior risco de ter doenças infecciosas devido a imunossupressão causada pela própria doença e pelas medicações usadas para seu tratamento. No entanto, vacinas contento vírus vivos atenuados não devem ser feitas em pacientes em uso de imunossupressores. A aplicação dessas vacinas deve ser programada. Converse sempre com seu Reumatologista antes de se vacinar.

SIM. Pessoas com doenças autoimunes têm um maior risco de ter doenças infecciosas devido a imunossupressão causada pela própria doença e pelas medicações usadas para seu tratamento. No entanto, vacinas contento vírus vivos atenuados não devem ser feitas em pacientes em uso de imunossupressores. A aplicação dessas vacinas deve ser programada. Converse sempre com seu Reumatologista antes de se vacinar.

O diagnóstico de uma doença reumatológica é feito através da avaliação clínica e de exames específicos que variam para cada doença. A avaliação clínica é o principal instrumento para o diagnóstico de uma doença reumática, proporciona a hipótese do diagnóstico correto em cerca de 80% dos casos e irá guiar os exames complementares mais adequados que deverão ser solicitados para confirmação do diagnóstico.

Algumas pessoas com doenças reumáticas queixam-se de piora da dor articular nos dias frios, mas não há uma explicação clara para esse fato. Acredita-se que em temperaturas mais frias ocorra uma contração da musculatura ao redor da articulação tornando-as mais rígidas e piorando a sensibilidade a dor.

NÃO. A atividade física é um dos pilares do tratamento das doenças reumáticas, sabe-se que ela auxilia na prevenção de deformidades articulares, além de melhorar a dor, a rigidez e a atividade da doença. Deve ser sempre estimulada e individualizada de acordo com a doença, preferências e condições do paciente.

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